quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Missões

Ao lermos Êxodo 4:2 nos deparamos com Deus fazendo uma pergunta a Moisés: O que você tem nas mãos? E Moisés prontamente responde: Uma vara. Era tudo o que ele tinha, tudo que ele poderia oferecer para Deus naquele momento. Mas, para Deus, era o suficiente. E, com esta vara o povo foi liberto do Egito e vários sinais e milagres aconteceram na condução do povo rumo a Terra Prometida.

Mas, para que isso acontecesse, Moisés teve que entregar a vara nas mãos do Senhor e quando uma simples vara vai para as mãos de Deus, ela se torna uma arma poderosa, eficaz e passa a ter um significado. Permanece uma pergunta: o que temos nas mãos?

Pode não ser uma vara, mas com certeza, temos algo mais precioso ainda, as nossas vidas. O grande missionário Dwight Moody escreveu: Moisés passou 40 anos pensando que era alguma coisa, 40 anos vendo que não era nada e 40 anos vendo o que Deus faz através de um nada?. E isso só foi possível porque Moisés entregou sua vida nas mãos do Senhor.

Muito tem sido falado acerca da obra missionária, mas pouco se tem feito para que ela tenha algum efeito. É muito bonito ouvir pregações sobre Missões, os relatos de missionários nos emocionam, os apelos tocam nossos corações, sentimos Deus falar conosco e, o que acontece? No dia seguinte a emoção passou, voltamos a nossa vida normal e tudo aquilo, todo aquele fervor, ficou para trás. Aquela emoção não penetra em nossos corações.

Creio firmemente que Deus nos tem chamado para a obra missionária, mas poucos realmente entendem e aceitam o desafio. Surge então uma grande e desafiadora questão: quem irá? Quando digo grande e desafiadora? me refiro ao fato de não ser tão simples assim. É preciso deixar para trás muitas coisas, por exemplo, casa, carro, família, amigos, Igreja, emprego, enfim, tudo que temos, para muitas vezes irmos a um lugar estranho, com uma cultura estranha, falar de Jesus para pessoas estranhas, com hábitos estranhos, simplesmente por amor.

Essa é a parte difícil. Muitas vezes não fazemos a obra missionária porque temos que abrir mão de nossa vida, nossa vontade, para fazer o que Deus quer. Temos que parar de pensar em nós mesmos, deixar o egoísmo de lado e dedicarmo-nos a outras pessoas. E isso vai contra a natureza humana.

Meus queridos, Jesus tem nos chamado para fazermos Missões. Ele precisa de nós, sabia disso? Temos que atender ao chamado e ir adiante. Jesus diz: vão e preguem o evangelho. E o que temos feito? Temos atendido a esse chamado?

Deus está nos chamando para escrevermos a história da Igreja, para marcarmos nossa geração. Vejam o exemplo de Martinho Lutero, João Wesley, John Huss, Jorge Müller, Hudson Taylor, Dwight Moody, Guilherme Carey, Charles Spurgeon, Billy Graham, Russel Shedd, Frank Dietz e tantos outros nomes que, se passarem mais 100 anos, ainda serão lembrados pelo que fizeram, pelo que deixaram Deus fazer através da vida deles. Eram homens comuns, como nós, que simplesmente se entregaram para viver o que Deus planejara para eles. E sabem o que mais? Jesus quer colocar o seu nome nessa lista, aleluia! Ele quer que você faça parte da lista de grandes homens e mulheres que deixaram sua marca nesse mundo como servos bons e fiéis, que entregaram as vidas nas mãos de Jesus e O deixaram agir.

Não perca mais tempo. Deixe que o Espírito Santo aja em sua vida, te revista de poder, autoridade, ousadia, para ir e levar o evangelho àqueles que não o conhecem.

Jesus nos chama para pregarmos ao nosso familiar, ao nosso vizinho, ao nosso colega de trabalho, de escola, mas também nos chama para pregar aos curdos no Norte do Iraque, aos Ianomâmis na selva brasileira, aos Sawis no interior da Nova Guiné, aos Safens no Senegal e a todo povo que existe na Terra.

Vamos nos levantar e agir! Vamos responder ao chamado do Senhor. Vamos entregar nossas varas, nossas vidas nas mãos do Pai e deixar que Ele nos use para fazer milagres, para salvar e libertar outras vidas, para fazer realmente diferença no mundo que vivemos, para marcarmos a nossa geração e escrevermos mais um capitulo da história de Missões, da história da Igreja.Vamos?
[Fonte {http://www.predvaldoliveira.com.br/missoes/}]

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

O sabor do fruto do Espírito

O Espírito Santo é fruto que traz doçura para alma, é fruto que traz gozo ao coração, quem experimenta não cessa de amar. O Espírito Santo faz-nos ver tudo diferente, não é mágica gente, é nascer de novo, é privilégio para quem vive com Cristo, para quem anda com Ele, para quem o quer imitar.
Esse fruto é bom, ao “comê-lo” já não sabemos o caminho da ira, pois começamos a trilhar rumo à mansidão. Faz bem para a mente, pois faz-nos pensar o bem de todos, faz bem em qualquer idade, tem sabor de benignidade, quem come já não consegue viver sem praticar a bondade.
É excelente para quem quer fazer longas caminhadas, empreender grandes projetos e que precisa saber esperar. Longanimidade é o “nome” da “propriedade” medicinal que esse fruto tem, recomendado pelo meu médico (aquele que nasceu em Nazaré).
Quem dele prova, torna-se um grande conquistador, da maior terra que se possa conquistar: os domínios do próprio coração. Quem dele prova, ergue o maior troféu da existência humana na luta contra o pecado: o domínio próprio.
Quando tomo café fico bem agitado, quando tomo coca-cola fico “cheio”, quando como pão, empanzinado, porém, ao provar do fruto do Espírito sinto uma paz que invade a alma, um gozo indizível no meio da tribulação até, já não desisto facilmente da batalha da vida, uno-me a Ele em laços de fidelidade, encho-me de um AMOR de “sabor” ágape, que tudo espera (longanimidade), que não se conduz inconvenientemente, tudo crê (fidelidade), que não procura seus próprios interesses (bondade), que regozija-se na verdade (gozo), que tudo suporta (domínio próprio), que é benigno (benignidade), tudo sofre (mansidão), não se exaspera (paz), jamais acaba.
O sabor do fruto do Espírito Santo é o sabor do próprio Deus, Deus é perfeito e ama-nos com todas essas virtudes que dão vida à nossa alma, o sangue de Cristo carregou o significado pleno do que é amar. Não acreditar em Deus, ou em Jesus não é aderir ou não a uma religião, é não saber amar, é não provar do melhor que vida dá a quem se deixa plantar Nele que é amor.
[Fonte {http://estudos.gospelmais.com.br/o-sabor-do-fruto-do-espirito.html}]

segunda-feira, 30 de abril de 2012

...como a ti mesmo...

"E, aproximando-se, atou-lhe as feridas, deitando-lhes azeite e vinho; e, pondo-o sobre a sua cavalgadura, levou-o para uma estalagem, e cuidou dele; E, partindo ao outro dia, tirou dois dinheiros, e deu-os ao hospedeiro, e disse-lhe: Cuida dele; e, tudo o que de mais gastares, eu to pagarei, quando voltar". (Lucas 10.34-35)

Nestes últimos tempos tenho percebido e vivenciado a importância do "como a ti mesmo" no mandamento de Jesus. O amor tem que sempre partir internamente. É o interior transformado para afetar o exterior.
Não obstante, o amar ao próximo está intrinsecamente condicionado ao amar a si mesmo incondicionalmente. Tal experiência leva-nos a capacidade real de multiplicar este sentimento sem esquecer de si e de sua própria carga a ser carregada.
Neste texto, Jesus ensina-nos também isso, pois aquele que prestou socorro, cuidou do próximo em um ato humano de amor. Cuidou de suas feridas, prestou atenção aos detalhes, doando-se. Porém não anulou-se, não anulou a sua própria condição de ser alguém que também tem uma carga a ser carregada, e só ele podia carregá-la por ele. Após cuidar e deixar o surrado em um local seguro, deixa-o para ser cuidado por outrem, pois havia a necessidade de ele próprio sair para resolver alguma coisa. Podia ser qualquer coisa: pagar uma dívida, cobrar uma dívida, ir ao jogo do filho, ir ao cabeleireiro, praticar alguma atividade física, ir à reunião de oração, visitar um amigo, tomar um banho relaxante em um spa, enfim, qualquer coisa, mas era algo significativo para esta pessoa cuidadora dos outros e de si mesmo. Ser empático não significa se colocar no lugar da outra pessoa anulando-se, e anulando sua própria vida, sua necessidades, desejos e compromissos. E, ao cuidar de si, não significa a anulação do cuidado com o próximo, mas um reforço do cuidado com o próximo, pois, reservando um tempo para o cuidado de si, oferece-se condições propícias para o cuidado com o próximo. Isso fica evidente quando diz no texto "quando voltar". O bom samaritano reserva um tempo para si, para cuidar de sua vida, mas não esquece o fato de que há um oprimido, não esquece que há um necessitado precisando do seu amparo.

E ele retorna.
"E dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me"

[Fonte post {http://yuristeinhoff.blogspot.com.br/2010/04/como-ti-mesmo.html}]

quinta-feira, 19 de abril de 2012

O Salmo 23 sob uma perspectiva diferente


O Senhor é meu Pastor – Isso é revelação
Nada me faltará – Isso é provisão
Ele me faz repousar em pastos verdejantes – Isso é serenidade
Leva-me para junto das águas de descanso – Isso é fé
Refrigera-me a alma – Isso é saúde
Guia-me pelas veredas de justiça – Isso é direção
Por amor do seu nome – Isso é propósito
Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte – Isso é provação
Não temerei mal nenhum – Isso é proteção
Porque tu estás comigo – Isso é fidelidade
O teu bordão e o teu cajado me consolam – Isso é disciplina
Preparas-me uma mesa na presença de meus adversários – Isso é esperança
Unges-me a cabeça com óleo – Isso é consagração
Meu cálice transborda – Isso é abundância
Bondade e misericórdia, certamente me seguirão todos os dias da minha vida – Isso é benção
 [Fonte; link {http://tinguiteen.blogspot.com.br}]

terça-feira, 13 de março de 2012

A Semente Que Germina

(Pastoral acompanhando a leitura da Bíblia em 1 ano na IBVJ)
Desvendando o homem por trás da oração: Salmo 15.4

Qual a duração do seu culto?
No terceiro argumento do salmista para a pergunta "Quem permanecerá em ato de culto?" ele cita um juramento: "Aquele que... honra os que temem ao Senhor; aquele que, mesmo que jure com dano seu, não muda".

O juramento é o ato legitimador ou ratificador central de tratados no Oriente Antigo, não apenas na Bíblia. De fato, juramento ou aliança podem ser vistos como sinônimos.

No Antigo Testamento, o culto prestado pelo adorador refletia o contrato - aliança, pacto - que Deus assumiu com ele, com juramento (Gênesis 26.3-5; Deuteronômio 7.7,8). Assim, o culto seria interrompido em sua vida se esse contrato fosse anulado pelos pecados que cometeu. Por meio dos sacrifícios, o adorador poderia manter vivo seu culto pessoal, em busca de remissão.

Na aliança messiânica, Deus substituiu todo o sistema sacrificial pela entrega de seu Filho Jesus Cristo, na cruz. Hoje, Jesus é quem mantém vivo o culto, remindo os pecados dos homens, pelo seu sangue.

O grande desafio do salmista (e o nosso!) é virar as costas para o mundo e para o pecado, com base na aliança messiânica que Deus fez conosco, mantendo vivo o juramento (sinônimo aqui de "pacto de fé") inicial que sustenta o culto.
[Fonte post {http://prdavifreitas.blogspot.com/2012/03/semente-que-germina_12.html}]

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

A história do ateu mais influente do Século XX que se converteu através da ciência


 O ex-ateu Antony Flew, que faleceu em 2010 aos 87 anos, era conhecido por seu ativismo contra a fé. Entre os ateus, era considerado o “Papa dos ateus” e muitos estudiosos e filósofos gostam de ilustrar sua influência comparando-o a Richard Dawkins, o mais famoso ateu da atualidade, dizendo que ele foi no século XX, o que o famoso ateu inglês é hoje para os ateus: um símbolo.
 Porém, em 2004, ao abandonar o ateísmo, ele se tornou o maior exemplo dos religiosos que se importam com o debate sobre fé e ciência.
 Em 2007, escreveu o livro “Há um Deus”, onde afirmava sua admiração pelo cristianismo, classificando como a religião que “mais claramente merece ser honrada e respeitada”, ressaltando também a influência do apóstolo Paulo na formação das bases conhecidas do cristianismo hoje, a quem classificava como “intelectual”.
 No livro “Deus Existe”, Flew relata em parceria com Roy Abraham Yarghese que sua conversão se deu da forma mais convincente para um ateu: através da ciência. Um grande exemplo costumeiramente usado por filósofos ateus para refutar a teoria da criação, é a teoria do big-bang. Porém, para Flew, após anos de estudo e reflexão, a própria teoria do big bang era a prova do que o livro de Gênesis relata.
 Em seus relatos, Antony Flew, que era filho de um pastor anglicano afirmava que sua busca por respostas na ciência, o levou à crença em Deus: "Segui a razão até onde ela me levou. E ela levou-me a aceitar a existência de um Ser auto-existente, imutável, imaterial, onipotente e onisciente".
 Richard Dawkins, o ateu mais conhecido mundialmente deste século, recentemente negou ser ateu, afirmando ser agnóstico, pois exceto por detalhes, ele não poderia ter certeza da inexistência de Deus: “Eu estou convicto de 6,9 em cada 7 das minhas crenças... Eu acho que a possibilidade de existir um Criador sobrenatural é muito, mas muito baixa”, afirmou, sem certeza.
 Fonte: Gospel+ by Tiago Chagas

sábado, 25 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Jogador de basquete da NBA vira ícone cristão na China



A história de vida de um jogador de basquete de ascendência chinesa tem atraído a atenção de cristãos e servido de exemplo na China. Jeremy Lin, jogador do New York Knicks, um time da NBA, também te chamado a atenção por seu desempenho esportivo.
O atleta, que antes de entrar para o time do Knicks tinha sido dispensado por outros dois clubes profissionais da NBA, Golden State Warriors e Houston Rockets, tem sido decisivo nas partidas de atual clube, e isso tem atraído atenção para sua fé.
Até o presidente Barack Obama, fã do esporte, tem assistido as partidas de Lin, afirmou o diretor de comunicações da Casa Branca, Dan Pfeiffer, segundo o portal Terra.
Jovens chineses estão se espelhando no atleta norte-americano de origem chinesa, que após lesões e más atuações, tem tido um ótimo desempenho. “Deus é bom durante os nossos altos e baixos! Fico feliz que conseguimos a vitória”, publicou o jogador em seu Twitter. Jeremy Lin já começa a ser considerado o novo Tim Tebow, jogador de futebol americano que é um ícone cristão nos Estados Unidos.
A história da família de Lin começa durante o regime comunista na China, quando seu avô sofreu perseguição religiosa e se viu obrigado a mudar com toda a família para Taiwan, e depois para os Estados Unidos, onde Lin nasceu.
Segundo o The Christian Post, o jogador contou durante uma entrevista que tornou-se um cristão “realmente” apenas no primeiro ano do Ensino Médio. Na China, apesar de a mídia controlada pelo governo classificá-lo apenas como “um chinês de sucesso”, 300 milhões de pessoas assistem aos jogos da NBA, e o testemunho de vida de Lin começa a ser assunto nas redes sociais.
No Weibo, uma rede social semelhante ao Twitter, os jovens, que são fascinados com a cultura norte-americana, comentam sobre o desempenho de Lin nos jogos e associam isso ao poder de Deus: “Como os jovens cristãos devem viver a vida cristã? Temos um bom exemplo no desempenho milagroso Lin Shuhao e devemos torcer por ele”, publicou um usuário da rede social. “Sua agilidade física mostrou-me a glória e a onipotência de Deus”, opinou um outro.
O estudante seminarista Hu Shubang, de 25 anos, afirma que o jogador se tornou um ícone para os cristãos chineses. Seu professor no Seminário Teológico de Zhejiang, Yan Rongui, pretende usar as histórias de Lin e sua declaração de fé para ilustrar aulas em sua matéria.
 [Fonte; link {http://noticias.gospelmais.com.br/jeremy-lin-tim-tebow-icone-cristao-china-30680.html}]